Uma DM que parecia oportunidade. Uma cláusula de três linhas. Um áudio de doze segundos. Aqui a gente conta a história inteira, mostra onde exatamente o problema nasceu, o que a lei diz e o que dava para ter sido feito antes.
Um formulário de mídia kit pediu o login. Em 36 horas o perfil estava vendendo rifa por Pix e ela não tinha um documento sequer provando que a conta era dela.
Exclusividade sem categoria definida, sem contrapartida e com doze meses de cauda. A campanha durou seis semanas. A amarra durou dezoito meses.
Ele repetiu por 4 anos a mesma vinheta de abertura, confiando num mito que não existe em lugar nenhum da lei brasileira. Três reclamações depois, o canal caiu.
Dois reels públicos bastaram para uma IA colocar o rosto e a voz dela vendendo um método que não existia. Quem paga a conta quando o seguidor é lesado no seu nome?
Uma conversa montada, 2,3 milhões de visualizações em 48 horas e duas marcas pausando campanha. O erro dele não foi o print. Foi o vídeo que gravou às duas da manhã.
Nome, e-mail, telefone e CPF numa planilha com link aberto, para facilitar a vida do suporte. Facilitou também a vida de quem começou a ligar se passando pela equipe.
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E em todas ele aconteceu antes do problema, não depois. São 20 minutos de conversa, sem custo, para olhar o seu contrato, o seu perfil e a sua operação e apontar onde está o risco.
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